Publicado em: 30 de março de 2026
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Objetivo da equipe é apresentar o CNPEM a comunidade da UFRR e, principalmente, trazer diversas orientações para pesquisadores da região – Foto: Divulgação/CNPEM


A Universidade Federal de Roraima receberá no dia 1º de abril a visita da equipe técnica do programa embaixadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). A ação ocorrerá no horário das 8h às 10h no Salão Nobre da Reitoria, localizado no campus Paricarana.

O objetivo da visita é apresentar a estrutura do CNPEM e divulgar orientações sobre o processo de submissão de propostas para utilização do centro de pesquisa. Além disso, será discutida a nova chamada multinstitucional que é voltada exclusivamente para pesquisadores das regiões Norte e Nordeste.

Conforme o professor da UFRR e embaixador do CNPEM para Roraima, Gabriel Zazeri, esta é uma oportunidade para os pesquisadores da região conhecerem melhor sobre procedimentos para realização de pesquisas/experimentos no centro de pesquisa. “Será uma excelente ocasião para que os pesquisadores se atualizem sobre os procedimentos de submissão de propostas e conheçam melhor as possibilidades de realização dos experimentos neste centro”, destaca o professor.

O CNPEM é uma organização privada sem fins lucrativos, sob a supervisão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Localizado em Campinas, o Centro é o berço do acelerador de partículas brasileiro batizado de Sirius e um dos seus objetivos é expandir o alcance da ciência e tecnologia no Brasil, incentivando o engajamento de pesquisadores nas áreas de pesquisa como Ciências Exatas, da Terra, Engenharias e Ciências Biológicas.

“A busca é por fortalecer e impulsionar a pesquisa em nossa universidade com experimentos de altíssima resolução científica. Pelo CNPEM, a realização de experimentos não possui custo para o pesquisador, pois as propostas aprovadas contam com apoio para passagem aérea e hospedagem financiados pelo próprio centro e há ainda a possiblidade de envio de amostras sem custo”, afirma também o professor Gabriel.