O município de Bonfim, na fronteira entre Brasil e Guiana, sediou no dia 07 de novembro de 2025, o XIII Intercâmbio Intercultural das Escolas do Brasil e Guiana. O evento, organizado pelo Colégio Militarizado Aldebaro José Alcântara, contou também com uma visita à Escola Sant Ignacio, em Lethem (Guiana), fortalecendo laços históricos, culturais e educacionais entre os dois países.
A ação reuniu mais de 50 estudantes e professores da Universidade Federal de Roraima (UFRR) e do Instituto Federal de Roraima (IFRR), em caravana organizada pela Diretoria de Extensão (DIREX/UFRR), com apoio da Coordenadoria de Relações Internacionais (CRINT/UFRR).
O objetivo foi promover experiências formativas, troca de saberes e vivências em espaços escolares que compartilham fronteiras geográficas e culturais. Durante toda a programação, foram realizadas oficinas, experimentos, exposições e atividades lúdicas, desenvolvidas por acadêmicos e docentes da UFRR e IFRR.
Os temas trabalhados pelos projetos de extensão foram o eletromagnetismo, òptica e cores dos objetos, robótica educacional, rochas do Brasil, oficina de foguetes, laboratório de química na escola, exposição “Sons do Coração dos Animais da Amazônia, Tintas de Solos de Roraima, conhecer para cuidar, Educação Ambiental com o tema animal não é brinquedo!, exposição do acervo do Museu da Matemática da UFRR, oficina brincando de dançar, palestra sobre o Vestibular Seriado, planetário, demonstrações e experimentos científicos.
As atividades despertaram o interesse dos alunos brasileiros e guianenses, incentivando a curiosidade científica, o diálogo intercultural e o respeito às diferenças linguísticas e culturais. Além do caráter educativo, o intercâmbio também foi marcado pelo espírito de cooperação, união e troca de experiências humanas. A equipe organizadora da UFRR destacou o empenho e o entusiasmo dos participantes. “Foi um momento de aprendizado mútuo, de cuidado e de alegria.
Todos se dedicaram com carinho, adaptaram-se ao percurso e colaboraram para que tudo acontecesse de forma leve e enriquecedora”, explicou a professora Maria da Conceição Lopes, uma das organizadoras da comitiva.