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UFRR e Governo do Estado montam parceria para divulgar programa de regularização fundiária urbana

Publicado: Quarta, 14 de Outubro de 2020, 15h31 | Última atualização em Quarta, 14 de Outubro de 2020, 15h31

Mesmo no período de pandemia de Covid-19, o curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Roraima (UFRR) vem estabelecendo diversas parcerias focadas no campo da Assistência Técnica Social.  Os projetos em andamento mostram que isolamento social não significa estar longe das questões da sociedade.

Com todos os cuidados que o contexto exige, reuniões virtuais, visitas de campo com grupos restritos e uso de meios de proteção individual garantem a continuidade de ações de extensão do curso. Uma delas é o Programa Morar, Conviver e Preservar a Amazônia, coordenado pela Universidade Federal do Pará (UFPA), com aporte do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).

Focado no desenvolvimento de ações no campo da Regularização Fundiária Urbana, o Grupo Técnico Estadual de Roraima é coordenado pelas professoras da UFRR Claudia Nascimento, do curso de Arquitetura e Urbanismo, e Joani Lyra, do curso de Ciências Sociais.

Uma das próximas iniciativas deste programa será um debate no próximo dia 21 de outubro. A UFRR, representada pelas professoras Claudia e Joani e  em parceria com a Secretaria do Trabalho e Bem-Estar Social do Governo do Estado de Roraima (Setrabes), vai apresentar aos demais órgãos do Governo do Estado o Programa Morar, Conviver e Preservar a Amazônia.

A apresentação foi definida nesta semana, em reunião com a secretária do Trabalho e Bem-Estar Social do Estado de Roraima, Tânia Soares. O programa é uma rede de ensino, pesquisa e extensão que trabalhará até 2021 com a inovação, capacitação e assistência técnica em regularização fundiária urbana, prevenção de conflitos de natureza socioambiental, habitacional e sanitária nos nove estados que compõem a Amazônia Legal.

"A disposição da Setrabes em mediar essa apresentação para os demais órgãos do governo do estado, além do envolvimento de instituições de outras esferas, demonstra o reconhecimento da importância do tema", afirma a professora Claudia Nascimento.

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