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PROCAD - Comunidades do Baixo Rio Branco serão pesquisadas por três universidades

Publicado: Terça, 14 de Maio de 2019, 13h20 | Última atualização em Quarta, 15 de Maio de 2019, 04h56

Foto: RCCaleffi/Coordcom

Professores e servidores-técnicos de três universidades farão a segunda expedição ao Baixo Rio Branco, para continuar com o trabalho de pesquisa iniciado ano passado pelo projeto Baixo Rio Branco: Potencialidades de Vivências, vinculado à Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PRPPG) e à Pró-reitoria de Assuntos Estudantis e Extensão (PRAE). O projeto foi inserido no Programa Nacional de Cooperação Acadêmica na Amazônia (edital n° 21/2018), que possibilitou a realização da expedição. 

O título do projeto aprovado em edital da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) é: Estratégias de Ordenamento Territorial em Comunidades de Interesse Socioambiental na Amazônia e desta vez os pesquisadores pretendem chegar nas 16 comunidades do Baixo Rio Branco, o que exige navegar por uma extensão de quase mil quilômetros, somando o trajeto de ida e volta. Na última expedição, foi possível chegar a oito delas.

A expedição ficará em campo no período de 15 a 30 de maio, saindo de Vista Alegre, localidade próxima ao município de Caracaraí (RR). Serão visitadas as comunidades de Santa Maria do Boaiçu, Santa Maria Velha, Remanso, Floresta, Itaquera, Sumaúma, Xixuau, Dona Cota, São Pedro, Sacaí, Canauiní, Lago Grande, Terra preta, Cachoeirinha, Caicubí e Panacarica. 

Sobre o projeto – O PROCAD é um projeto de cooperação em ensino e pesquisa que reúne três universidades públicas federais, sendo a Universidade Federal de Roraima – UFRR (proponente), a Universidade Federal do Ceará (UFC) e a Universidade Federal de Rondônia (UNIR). Na UFRR, o PROCAD está sob coordenação do professor Antonio Tolrino de Rezende Veras, do Instituto de Geociências, vinculado à CAPES por meio do Programa de Pós-graduação em Geografia (PPGEEO).

O projeto busca estimular a formação e qualificação de quadros pós-graduados, mobilidade docente e discente e a ampliação do conhecimento científico sobre as estratégias de Ordenamento Territorial em Comunidades de Interesse Socioambiental na Amazônia. Procura identificar e analisar as pequenas cidades e comunidades (comunidades tradicionais, indígenas e ribeirinhos) sobre influencias de grandes obras de infraestrutura de modo a identificar os conflitos sócio territorial que se desenrolam nas dimensões, regionais e ambientais nos estados envolvidos, no contexto da Amazônia, de modo a demostrar áreas prioritárias para a ação da gestão pública.

Confira no link o vídeo documentário produzido sobre a primeira expedição na fanpage da Rádio e TV Universitária.

 

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