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Universidade Federal de Roraima

Vestibular LEDUCARR - Edital Nº 030/2017 - CPV

 O Presidente da Comissão Permanente de Vestibular, no uso de suas atribuições, considerando a Lei n° 9.394 de 20 de dezembro de 1996, em seus artigos; 44 inciso II, 51 e 78, e ainda o que consta na Resolução nº. 008/2010-CEPE de 19 de abril de 2010 e Resolução nº 07/2010-CUNI, torna pública a realização de processo para selecionar candidatos ao preenchimento de vagas do Curso de Licenciatura em Educação do Campo da UFRR, para a formação de professores da educação básica de Roraima. O curso será realizado utilizando a Pedagogia da Alternância. O processo seletivo ocorrerá segundo as regras aqui dispostas, que a Instituição se obriga a cumprir e que os candidatos que nele se inscreverem declararam conhecer, com elas concordar e cumprir.

Acesse o Edital no Link a Seguir: http://ufrr.br/leducarr/index.php?option=com_phocadownload&view=category&download=124:vestibular-leducarr-edital-n-030-2017-cpv&id=6:publicacoes&Itemid=230

Sala 5 - Aula de CHS

As aulas de CHS do curso LEDUCARR, serão ministradas na sala de número 5.

Cordialmente,

A coordenação.

Girassol do Leducarr florido no campus PARICARANA da UFRR

Tecendo a manhã
              João Cabral de Melo Neto

Um galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele
e o lance a outro; de um outro galo
que apanhe o grito de um galo antes
e o lance a outro; e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.

E se encorpando em tela, entre todos,
se erguendo tenda, onde entrem todos,
se entretendendo para todos, no toldo
(a manhã) que plana livre de armação.
A manhã, toldo de um tecido tão aéreo
que, tecido, se eleva por si: luz balão.

NA ASSEMBLEIA – Autoridades discutem educação no campo durante audiência pública

A audiência pública foi proposta pelo deputado Evangelista Siqueira, após conversar com professores, alunos, e visitas a comunidades.

A Educação no Campo foi o tema de uma audiência pública na manhã desta sexta-feira, 23, no plenarinho Valério de Magalhães da Assembleia Legislativa do Estado de Roraima. O evento reuniu diversas entidades governamentais e não-governamentais para discutir os gargalos que impedem o fortalecimento deste segmento.

Apesar de a agricultura familiar ser defendida pela maioria das autoridades como sendo a mola propulsora do desenvolvimento do Estado, a falta de estrutura, qualidade e de políticas públicas voltadas para educação do campo foi a tônica do discurso entre os envolvidos no setor. A audiência pública foi proposta pelo deputado Evangelista Siqueira (PT), após conversar com professores, alunos, e visitar comunidades, identificando que tais localidades precisam de mais atenção por parte das instituições de ensino. “A educação no campo tem suas especificidades e a Assembleia Legislativa abre suas portas para discutir esse tema. Sabemos da importância da educação no campo e dos grandes desafios, por isso reunimos autoridades que podem ter voz e comando de ação acerca desse tema”, disse.

A evasão do homem do campo para a cidade, inclusive dos que têm formação na área do campo, é grande e preocupante. “Um grande problema que temos hoje é que o aluno formado quando chega ao campo não encontra as possibilidades necessárias e volta para a cidade. Queremos o contrário, que permaneça no campo com condições adequadas. Esperamos dessa audiência algumas indicações que farão parte de uma carta de intenção que serão encaminhadas aos órgãos competentes”, afirmou o parlamentar.

A professora Maria da Silva Mendonça, representante do Fórum de Educação no Campo em Roraima, disse que um dos gargalos é a falta de reconhecimento da educação como necessidade urgente de política pública, com o propósito também de alavancar a economia por meio do setor primário. “Defendemos a educação no campo porque acreditamos na agricultura familiar, porque queremos a permanência dos trabalhadores no campo. E isso passa pela qualidade da educação que vai da infantil à superior. Hoje a educação no campo é pontual. Queremos o reconhecimento do Estado, pois as escolas no campo ainda estão sem professores de matemática e química porque o Governo ainda não conseguiu contratar”, denunciou, ao ressaltar que essa deficiência contribui para evasão do campo, pois os pais preocupados com a educação dos filhos os envia para estudar na cidade.

O diretor do departamento de gestão do interior da Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Desportos (Seed), Adejalmo Moreira Abadi, disse que a implantação efetiva da educação no campo é grande desafio para incentivar o homem do campo. “Como é uma modalidade que vai atender as pessoas da região rural, se faz necessário estrutura com professores habilitados, para que as pessoas se fixem no campo e promovam a agricultura familiar”, disse.

A acadêmica de Licenciatura em Educação no Campo, Ediane Rodrigues, que é agricultora familiar no Projeto de Assentamento Nova Amazônia, disse não ter dúvida que a formação superior representa o fortalecimento da agricultura familiar. “Um dos problemas que temos hoje é o êxodo rural que acontece por falta de educação de qualidade nas escolas do campo, então o curso vai fortalecer porque formará alunos para atuar nas escolas rurais”, disse, ao ressaltar as dificuldades diárias da falta de recursos para manter o curso, as quais se refletem na produtividade dos alunos que enfrentam a falta de alojamento, transporte para deslocamento e alimentação para se manter na cidade por ocasião das aulas teóricas.

A professora Alessandra Rufino Santos, coordenadora do curso Licenciatura em Educação com habilitação em Ciências Humanas e Sociais e Ciência da Natureza e Matemática, ressaltou a ausência de falta de mercado trabalho para os 35 alunos com formação superior, e a escassez de recursos para manter o curso, que antes era financiado pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) por meio do Programa Pró-Campo. “Embora a primeira turma tenha se formado em 2014 ainda não houve concurso público para atuarem nessa área. Muitos alunos atuam por meio do programa de iniciação à docência que Universidade Federal de Roraima (UFRR) oferece, mas falta mercado de trabalho e o reconhecimento de que o curso é importante para dar oportunidade para as pessoas que moram no campo sem graduação voltada para a licenciatura”, afirmou, ao salientar que mais duas turmas com 135 alunos estão sendo preparadas.

Por Marilena Freitas

SupCom/ALE-RR

 FONTE: https://www.al.rr.leg.br/2017/06/23/na-assembleia-autoridades-discutem-educacao-no-campo-durante-audiencia-publica/

RESULTADO DA HOMOLOGAÇÃO PRELIMINAR DA 1° CHAMADA DO AUXÍLIO VALE ALIMENTAÇÃO/2017

A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis e Extensão da Universidade Federal de Roraima – PRAE/UFRR, no uso de suas atribuições legais, fundamentado pelo Decreto n°. 7.234, de 19 de julho de 2010, que dispõe sobre o Programa Nacional de Assistência Estudantil – PNAES, pela Resolução n.º 022/2012-UFRR/CUNI, que dispõe sobre o Programa PROAUXÍLIOS, e pela Resolução n°. 008/2012-CUni, a qual estabelece normas que regulamentam o funcionamento de Restaurante Universitário - RU da UFRR, torna pública o resultado da homologação preliminar das inscrições do processo seletivo para a concessão de Auxílio Vale Alimentação para o ano de 2017, conforme Decreto n.º 7.234/2010 e Resolução n.º 022/2012-CUNI/UFRR, nos termos do Edital n.º 44/2017-PRAE/UFRR, de 11/04/2017. O período de recurso contra a homologação preliminar será hoje (26/06/2017 e amanhã 27/06/2017). Em caso de dúvidas entrar em contato com a coordenação do curso de forma URGENTE.

Para obter mais informações acesse o link a seguir do Edital: http://ufrr.br/leducarr/index.php?option=com_phocadownload&view=category&download=123:edital-n-82-2017-prae-ufrr-resultado-da-homologacao-preliminar-da-1-chamada-do-auxilio-vale-alimentacao-2017&id=6:publicacoes&Itemid=230