Governo Federal

Dias: 12/11(quarta-feira) e 13/11 (quinta-feira)
Horário: 14:00h as 17:00h

MC01. RELAÇÕES SOCIOCULTURAIS NA CONSTITUIÇÃO DE IDENTIDADE ÉTNICA ENTRE POVOS DIASPÓRICOS
Coordenadora/Ministrante: Dra. Francilene dos Santos Rodrigues (-GEIFRON/PPGSOF/UFRR); Ana Paula Araújo Braga(GEIFRON/PPGSOF/UFRR)

EMENTA: Refletir sobre o processo das dinâmicas culturais que partem da transformação social e deslocamento de grupos étnicos diferenciados. Os fluxos que têm ocorrido a partir da década de 50, eclodiram em movimentos e manifestações de diversas dimensões entre países que passaram por colonização e por entradas em temporalidades longas de determinados grupos. Esse evento propicia a necessidade de lançar um olhar que esteja sensível a analisar as particularidades ocorridas em algumas das esferas mais expoentes a mudança na sociedade (etnia, língua, arte contemporânea). Será ministrado neste minicurso, os aspectos que vêm passando a ser discutido desde o século XX entre temas atuais e que repercute com grande intensidade no cotidiano de nações latino-americanas e africanas, porém não estão sendo ainda tão bem compreendidas e valorizadas por uma maioria que está incorporada neste contexto.
Número de vagas: 30
Local: CCH

MC02.Tráfico humano e contrabando de migrantes em regiões de fronteiras
Coordenador(es)/ministrante(s) Dra. Márcia Maria de Oliveira(PPGSOF/UFRR) Msc. Alessandra Rufino Santos(GEIFRON;UFRGS);

EMENTA: São vários os motivos que levam as pessoas a migrar na atual conjuntura dos deslocamentos humanos. Os mecanismos de condução dos deslocamentos, cada vez mais controversos, vêm sendo apropriados pelo mercado ou por redes especializadas no tráfico de pessoas e no contrabando de migrantes. Esses mecanismos vêm ganhando espaço no debate e nas abordagens contemporâneas dos Estudos Migratórios, especialmente no que se refere aos contextos de fronteiras. Há bases conceituais distintas para se lidar com as duas categorias de análise. Porém, a economia política das migrações ou a exploração comercial dos migrantes tornam-se elementos convergentes tanto no contrabando, que prevê a obtenção de benefício financeiro ou material pela entrada ilegal de uma pessoa numa fronteira determinada, quanto no tráfico humano.
Número de vagas: 30
Local: CCH

MC03. Cidade E Subjetividade: A Produção Das Trincheiras Espaciais Simbólicas
Coordenador(es)/ministrante(s) Dr. Leandro Roberto Neves (GEIFRON/DPSI/PPGSOF-UFRR)

EMENTA: Este curso é apresentação de aspectos abordados na pesquisa, intitulada ALÉM DA SUPERFÍCIE: A PRODUÇÃO DAS TRINCHEIRAS ESPACIAIS SIMBÓLICAS, a qual estudou as relações dos citadinos com a cidade de São Luiz do Paraitinga, São Paulo – Brasil. Tais relações compõem as possíveis transformações na representação da imagem da cidade, considerando o processo sócio-histórico da formação arquitetônica da cidade, assim como, os aspectos simbólicos que permeiam e sofrem mediações conjunturais. Os elementos constitutivos do espaço representado na cidade foram, intensamente, friccionados em virtude das inundações ocorridas em 1863 e na passagem do ano 2009/2010. Tais inundações provocaram de forma, semelhante, uma destruição das edificações do centro da cidade e alagamento das áreas rurais, entre outros. Nesse sentido, partindo, inicialmente, de um contato etnográfico com o local e de um aporte teórico centrado em alguns pressupostos da concepção de Lefebvre e Tuan, analisou-se como o espaço é qualificado pelo corpo, e como a produção de representações subverte a realidade da imagem construída. Apontou-se como resultado dessa investigação, uma orientação da população para a reconstrução da cidade, após as inundações, a qual se fundamentou em uma imagem pré-fabricada do lugar, baseando nas produções de trincheiras espaciais simbólicas. Pretende-se discutir arcabouço teórico dessa pesquisa e refletir como em contextos de área de risco, bolsões de pobreza e antagonismos sociais a acepção das trincheiras pode se configurar como um procedimento de investigação da relação habitação/entorno.
Número de vagas: 30
Local: CCH


MC04. Mídia e Fronteiras na Amazônia: teoria e prática
Coordenador(es)/ministrante(s): Dra. Maria Schirley Luft(UFRR); Dr. Simão Farias Almeida(UFRR)
EMENTA: Difundir conhecimentos teórico-metodológicos e práticos que contextualizem as relações entre imprensa e fronteiras enquanto espaços férteis para o desencadeamento de acontecimentos nas mais diversas áreas: políticas, econômicas, sociais, ambientais, etc. 
Número de vagas: 30 
Local: CCH

MC05. Guia para leitura de uma paisagem
Coordenador(es)/ministrante(s) : Dr. Gustavo Vargas Cohen (UFRR); Msc. Teresinha Fonseca(UFRR)
EMENTA: Identificação das fronteiras da região onde se insere a paisagem a ser observada, analisada e descrita; A fase de preparação: o que levar e o que deixar; Durante a observação: relações imbricadas que interagem com o observador; Perspectiva histórica e perspectiva ambiental; Deuterós: o que se pode aprender lendo uma paisagem.
Número de vagas: 30 
Local: CCH

MC06. Proteção aos conhecimentos tradicionais: marcos éticos e legais
Coordenador(es)/ministrante(s): Msc. Inara do Nascimento Tavares/UFRR
EMENTA: A proposta deste minicurso é discutir os aspectos éticos e legais em relação às formas de proteção e acesso aos conhecimentos tradicionais, nos campos da biodiversidade e diversidade cultural. Nos aspectos legais, a discussão é suscitada por meio de tratados internacionais, tais como a Convenção da Diversidade Biológica – CDB, Convenção 169 da Organização Mundial do Trabalho (OIT), Declaração Universal Sobre a Diversidade Cultural (UNESCO), Convenção Sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais (UNESCO). Nos aspectos éticos, a discussão sobre propriedade intelectual destes conhecimentos, o respeito às comunidades tradicionais e o direito à repartição equitativa dos benefícios oriundos da utilização desses conhecimentos, são parte da reflexão acerca da ética em pesquisa e acesso aos conhecimentos tradicionais.
Número de vagas: 30 
Local: CCH

MC07. Pensando o Patrimônio Cultural: a dinâmica de Boa Vista - RR
Coordenador(es)/ministrante(s): Msc. Paulina Onofre Ramalho/UFRR
EMENTA: A presente ementa visa dotar o participante do minicurso de concepções acerca da temática do patrimônio cultural e proporcionar-lhe fundamentos para uma reflexão sobre o patrimônio cultural de Boa Vista. Desse modo, abordaremos as seguintes questões: Conceituação de patrimônio cultural. Breve descrição da trajetória da política de preservação no Brasil. Análise das mudanças no discurso preservacionista. O patrimônio cultural como instrumento de política urbana. A cidade como um documento histórico. A dinâmica urbana de Boa Vista e sua relação com o seu patrimônio cultural. Identificação dos bens tombados como patrimônio cultural boavistense. Reflexão sobre a (in)existência de uma política de preservação local. Confecção de mapa do patrimônio cultural tombado da cidade.
Número de vagas: 30 
Local: INSIKIRAN

MC08. Verdade ou Ficção: a análise da linguagem estética produzida/consumida de filmes e documentários
Coordenador(es)/ministrante(s): MsC.. Adriana Gomes Santos/CAP-UFRR; MsC. Francisca Edjane Marcelino Magalhães/CAP-UFRR; MsC. Érica Joyce Rodrigues Cavalcante/UFRR
EMENTA: Há vários debates na historiografia sobre a análise de filmes, queremos suscitá-los, e apresentar algumas questões para que o grupo possa compreender e realiza-las. Especialmente, no que concerne algumas indagações, tais como o Alcides Freire Ramos defende: “verificar historicamente o papel desempenhado por um filme? Quais parâmetros devem ser utilizados para caracterizá-lo historicamente? As análises internas (temáticas e de linguagem) seriam suficientes?” O nosso minicurso traz a necessidade de discutir o modo como um determinado filme/documentário ou ficção foi desenvolvido, ou seja, o que ele pretendeu dizer na mensagem explícita, implícita, mas fundamentalmente como esta obra cinematográfica foi consumida, apropriada e recebida por seu respectivo público.
Número de vagas: 30 
Local: INSIKIRAN

MC09. Elaboração de Projetos Sociais e Viabilidade Econômica
Coordenador(es)/ministrante(S): Msc. Geyza Alves Pimentel(UFRR); Dorcílio Erik Cícero de Souza(PPGDR/UFRR)
EMENTA: Definição e abrangência do projeto social. A importância do diagnóstico para identificação de oportunidades. Marco lógico como ferramenta de planejamento de projeto social. O passo a passo na elaboração de projetos sociais: público-alvo, objetivos e resultados, recursos, composição do orçamento e do cronograma físico-financeiro e planejamento de ações. Estratégias para sustentabilidade do projeto.
Exigências na assertividade dos projetos sociais para liberação de aporte financeiro. Os diferentes tipos de avaliação e a formulação dos indicadores.
Número de vagas: 30 
Local: INSIKIRAN

MC10. Gênero, Classe, Raça/Etnia e es Múltiplas Faces da Dominação
Coordenador(es)/ministrante(s): Dra. Eliane Silvia Costa(UFRR); MsC. Iana dos Santos Vasconcelos(UFRR)
EMENTA: O curso tem como centralidade refletir sobre da interação das discriminações de raça/etnia e gênero num debate amplo sobre as desigualdades de gênero, articuladas às de raça / etnia e classe social, na perspectiva de refletir sobre as múltiplas formas ou faces da dominação. Pretende-se refletir sobre a relevância das categorias de raça e etnia na compreensão dos processos das desigualdades nas relações de gênero numa abordagem sócio histórica e cultural numa perspectiva de ressignificação dos conceitos de raça e de gênero. Dessa maneira almeja-se aprofundar os conceitos de raça/etnia e gênero aplicados aos estudos sobre as desigualdades socioeconômicas e as relações de dominação identificando as dimensões que o conceito de classe, por si só, não pode explicitar porque trata as questões de gênero de forma generalizada e uniformizada. 
úmero de vagas: 30 
Local: INSIKIRAN

MC11. História e Geografia para Ensino Médio
Coordenador(es)/ministrante(s): Dra. Ana Lia Farias Vale(CAP/UFRR)
EMENTA: O Curso “Roraima: História e Geografia para Ensino Médio” visa propiciar ao educando de ensino médio conhecimento básico sobre a história e geografia do estado de Roraima, levando em consideração os aspectos antropológicos, naturais e físicos, analisando a influência da migração no processo de organização social e urbana do estado, a partir de dinâmicas sociais diversas e manifestas, decorrente de diversos fluxos, onde se reproduz uma nova realidade multiterritorial, moldada nas diferentes origens, além de perceber os diversos aspectos geográficos, físicos e naturais da área do extremo setentrional amazônico.
Número de vagas: 30 
Local: INSIKIRAN

MC12. Mídia e Política Externa
Coordenador(es)/ministrante(s): Dr. Adriano de Freixo(UFF)
EMENTA: O papel da mídia nas sociedades contemporâneas – Mídia e Democracia - Conceitos básicos: gatekeeper, agenda-setting, priming, framing – Mídias tradicionais e Novas Mídias - A mídia como ator político – A mídia como ator de política externa – A mídia impressa e a política externa brasileira – Estudo de caso: imprensa e política externa no governo Geisel; Estudo de caso: imprensa e política externa no governo Lula da Silva.
Número de vagas: 30 
Local: INSIKIRAN

MC13. Epistemologias do Sul
Coordenador(es)/ministrante(s): Dr. João Paulo Dias (CES/Lisboa); Dr. Lino João de Oliveira Neves (Antropologia/UFAM); Dr. Ricardo Calla (Universidad de la Cordillera-Bolívia) e Dr. Bruno Sena (CIESA/LISBOA)
EMENTA: Apresentação do documentário Conversas do Mundo de ALICE. Introdução às Epistemologias do Sul. Epistemologias do Sul na visão do cientista social do Sul e em contexto de investigação. Epistemologias do sul: Uma investigação recorrendo às Epistemologias do Sul a partir do norte (caso Bopal) e uma investigação no Sul a partir do Sul (demarcações de terra na Amazónia). Epistemologias do Sul - estratégias de investigação integradas 
Número de vagas: 40 
Local: AUDITORIO DO CCH

MC14. AS FRONTEIRAS ENTRE SEGURANÇA PUBLICA E OS DIREITOS HUMANOS
Coordenador: Fernando de Alvarenga Barbosa (UNESA/RJ)
EMENTA: A Segurança Pública é tema recorrente na pauta nacional e internacional. A simples observação dos noticiários, tanto internos como externos traz a percepção de um “confronto”, entre Polícia, primeiro “braço de força” do Estado e pessoas com seus objetivos distintos. Diretamente ligado a isto vem a proteção ou a “agressão” aos Direitos Humanos, tema também recorrente e central na atividade de Segurança Pública. Algumas questões ficam: Os temas são incompatíveis? É possível cumprir uma das finalidades do Estado, em dar segurança ao cidadão, sem agredir os Direitos? Qual a formação dos policiais em seus centros de formação? Após o longo período ditatorial, as Polícias atuavam primordialmente, como garantidoras da segurança do Estado e não dos cidadãos, esse quadro teve uma forte reversão, passando as forças policiais, a inserirem-se em um contexto de entes de Estado e não de Governo, agindo, portanto, com maior ênfase na defesa da sociedade e buscando, ao contrário do que ocorria anteriormente, melhor aceitação no meio social. Como órgão de Estado e prestadora de serviços que é, deve constituir-se não em um instrumento tipicamente repressor, mas em garantidora da liberdade de expressão, tão arduamente conquistada pela sociedade brasileira, sem descurar, claro está, da atuação firme contra o vandalismo por si só e a delinquência, que por vezes se infiltram nos movimentos sociais, denegrindo interesses legítimos. Reconhecer seu papel e valor de ente social, de participante ativo do contexto de uma sociedade, é parte do sucesso do trabalho policial e, certamente, da atividade de Segurança pública, garantia constitucional. A formação acadêmica do policial, nos cursos de formação profissional, deve primar por esta busca, para que não se repita o contexto inicial da criação da Polícia: uma Polícia para a Corte (Alvará de 10 de Maio de 1808: Crêa o logar de Intendente Geral da Policia da Corte e do Estado do Brazil).
Número de vagas: 30 
Local: AUDITORIO DO CCH

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